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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

E a historia continua

Desde os primórdios até hoje em dia .... pouca coisa mudou.


SEATTLE - Um tribunal americano de apelações confirmou um veredicto do júri contra a Microsoft por infração de patente de uma pequena empresa de software canadense.

A gigante deverá pagar uma multa de 290 milhões de dólares e não poderá comercializar versões do Word que contem o programa relacionado com a patente.

A decisão pode sinalizar o final de uma longa disputa entre a Microsoft e a i4i, com sede em Toronto.

No dia 12 de agosto, um júri federal dos EUA decidiu um favor da i4i, acusando a Microsoft de desrespeitar uma patente relacionada com o uso de XML nas versões de 2003 e de 2007 do Word.

O júri chegou à conclusão de que a gigante deve pagar 290 milhões de dólares pelos prejuízos causados à i4i e o tribunal aceitou a solicitação da i4i para que a Microsoft seja proibida de vender versões do software que contenham a tecnologia.

A Microsoft não poderá mais comercializar esses produtos a partir do dia 11 de janeiro de 2010.

Entretanto, analistas da indústria acreditam que provavelmente haverá um acordo entre as empresas e a fabricante do Word pagará um royalty à i4i pela patente.

"A i4i está satisfeita com a decisão do tribunal, porque representa uma importante vitória dos direitos autorais dos pequenos inventores", declarou em comunicado a companhia canadense.


terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Segurança de Informação - Engenharia Social x Paranóia





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Por Lino Garzón Sandoval*   

A segurança da informação começa muito antes de quebrarmos as cabeças idealizando algoritmos e ferramentas de proteção de dados contidos em meios físicos. O objetivo do presente artigo é familiarizar os leitores com o termo Engenharia Social, que pode parecer raro e distante mas, na prática, nos acompanha bem de perto.

1. INTRODUÇÃO
Começaremos por trazer o conceito dado de Engenharia Social pela Wikipédia, a enciclopédia livre e que textualmente diz:
"Engenharia Social consiste em uma série de técnicas utilizadas por fraudadores a fim de obter acesso não autorizado a sistemas computacionais e não computacionais. De uma forma geral, é considerada engenharia social o ato de invadir sistemas aproveitando-se de falhas humanas. A maioria das técnicas de engenharia social consiste em obter informações privilegiadas, enganando os usuários de um determinado sistema por meio de identificações falsas, aquisição de carisma e confiança da vítima."
O objetivo do presente artigo é familiarizar os leitores com o termo Engenharia Social, que pode parecer raro e distante mas, na prática, nos acompanha bem de perto.

2. COMPORTAMENTOS

Seremos apresentados à chamada arte de enganar pessoas para obter ganhos e lucros, que variam desde informações sigilosas até dinheiro.
É bom salientar que existem manifestações destas práticas já contempladas e punidas no nosso código penal.

2.1 O Erro Humano
O conceito de Engenharia Social coloca no centro da definição o erro humano. Mais do que isso, devemos entender o comportamento involuntariamente indiscreto das pessoas, que facilita a abordagem dos atacantes.
    É bom destacar que nem sempre os virtuais inimigos chegam com as intenções de sondagem e procurando informações. No entanto, o nosso proceder pode favorecer o surgimento de posturas inesperadas por parte dos interlocutores, que inquestionavelmente estão prestes a reagir a qualquer estímulo e são capazes de achar brechas nos lugares mais recônditos do pensamento.
Nos tempos atuais, em que são levantadas as bandeiras de atendimento ao cliente, se proliferam técnicas e metodologias de CRM  e de cruzamentos impensáveis de informações. O objetivo destas ações é descobrir regularidades do mercado e dos atuantes e assim tomar providências certeiras para alavancar os negócios. Neste momento, as organizações se descuidam de um elemento que pode ou poderá causar danos consideráveis à estrutura empresarial, às vezes tão cara e cuidadosamente concebida: o capital humano.
Refiro-me ao funcionário ou colaborador interno, que deve ser visto como cliente primário, primordial e não menos importante do que todos os que fazem parte do cenário da organização, incluindo o chamado cliente final.
    Os prejuízos causados pelo descuido e a não observância de pequenos detalhes do dia a dia conduzem a hecatombes a curto, médio ou longo prazo.
Um trabalhador insatisfeito vira cruelmente alvo de sujeitos ávidos e sedentos de informações e, como consequência, a empresa fica cada vez mais vulnerável, jogando por terra todos os esforços e medidas tomadas para alcançar um objetivo.
A solução em hipótese alguma seria demitir profissional, porque estes podem surgir todos os dias e a estabilidade da empresa estaria comprometida se não conseguíssemos diminuir a rotatividade da equipe, melhorando o ambiente de trabalho.
Pessoas insatisfeitas, seja com as condições de trabalho, seja com os seus superiores, constituem um elemento frágil. Explorá-las é muito mais simples do que alguém atine a imaginar. Elas podem falar e intencionalmente prejudicar seus superiores de alguma forma.
Dados do concorrente são até legalmente acessíveis e números nem sempre falam nem condizem com realidades que só o contato com os diretamente envolvidos nos processos podem oferecer.
Existem questões do afazer cotidiano da organização, pormenores impossíveis de mensurar e que acontecem nas células motoras da empresa. É nestas áreas que opera aquele sujeito desvalorizado, que ao tempo que desempenha uma função vital, é tido como menos importante, quando de fato não o é, nem em respeito, nem em consideração e muito menos em remuneração.
Quero alertar sobre o termo remuneração que, de maneira geral, é direta e estritamente associado ao salário. Pensar assim é um erro. Existem inúmeras formas de valorizar um funcionário, mas este é tema para outra oportunidade.
O ambiente em que acontecem os processos, as pequenas falhas, os detalhes da dinâmica cotidiana da empresa, pormenores, comumente não estão escritos. Pareceres, diferentes pontos de vista, reportam significativos aportes para quem está interessado em se aproveitar de qualquer deslize.

2.2 Manipulação das fraquezas
Como todo ser social, o indivíduo ao precisar exteriorizar as mágoas, ao fazer comentários, de maneira reiterada transmitirá particularidades da sua vida para pessoas mais próximas, ou para receptores por vezes não vinculados a sua história. Os assuntos do trabalho não fugirão, pelo contrário, o lugar em que trabalhamos ocupa um espaço essencial nas nossas vidas e negar esta realidade seria condenar um resultado.
Compete a todos os envolvidos a responsabilidade pelo comportamento dos processos nos quais nos inserimos, assim como os prováveis efeitos das nossas ações.
Os manuais e procedimentos regulam como deve ser o desenvolvimento das atividades, mas as peculiaridades de cada circunstância se transformam em experiências, cujo conhecimento tem um valor inestimável. Cada um dos participantes terá a sua própria visão de um mesmo assunto, e estes ângulos podem ser muito proveitosos para quem procura informações.
Estes dados podem servir aos adversários para criar uma espécie de vantagem, se preparando melhor do que nós, sendo esta talvez a menos nociva das consequências, já que corresponde a cada um crescer cada dia mais e constantemente se superar. Mas, na realidade, sem pretender colocar o mercado como um campo de batalhas, os concorrentes poderiam usar estas informações para corroer nossas estruturas e debilitar nossas forças.
Os incapazes preferem destruir o mundo dos outros a construir o próprio. Desafortunadamente, o espaço para os inaptos não se esgota, sempre há lugar para novos entrantes.
Informações, resquícios de novos empreendimentos e vestígios de futuros direcionamentos são muito importantes. Na atualidade, o intelecto diferenciado, num mundo em que a inteligência atingiu níveis elevados e o conhecimento se dissemina a velocidades supersônicas, encontrar um "a mais" tem um valor incalculável.
Não é menos certo que os recursos estão ao alcance de todos. No entanto, a maneira de usá-los e a eficiência na aplicação das doses desejadas de cada componente da fórmula perseguida estão associadas às capacidades do homem, que está no centro do processo.

2.3 Vulnerabilidade da informação que carregamos
Os chamados invasores munem-se de técnicas, em ocasiões, bastante sofisticadas e, em outras, se valem das situações mais comuns no contato direto com as pessoas. Dessa forma, estão providos das mais básicas regras de relacionamento, fazendo um uso racional de cada ardil previamente estudado.

3. MODOS DE OPERAÇÃO

Qualquer um pode se tornar um destruidor da calma alheia. Sempre confiamos que o lado do mal terá cada vez menos adeptos, mas cabe a nós nos manter na área do bem, fortes e protegidos.
Para alguns, a engenharia social é a combinação de "espiões", que muitas vezes não se autocatalogam como tal, e de "traidores", que na maioria das ocasiões se convertem inconscientemente.
    Às vezes, a confiança e a segurança transitam por caminhos diametralmente opostos. Existem pessoas que convivem com a máxima de que, na medida em que menos confiam e praticam mais a discrição, ficam ou se sentem mais seguras.
     O lixo empresarial pode conter um arsenal, que faria inveja a qualquer invasor. Geralmente, rascunhos, senhas e anotações podem ser facilmente encontrados.
    Vale observar que os ataques podem ser precedidos de todo um processo de estudo da vítima – costumes, hábitos e horários para estabelecer as bases da aproximação fatal.
    Eles alinham as redes de contatos, criam empatias e identificações súbitas e espontâneas, chegam até a ficar íntimos. Estudam a cultura das organizações e de seus funcionários em particular.
    Indiscutivelmente, a internet com seu caráter extremamente democrático, que permite a cada um ser quem quiser do outro lado do teclado, tem facilitado brincar com as debilidades humanas.
    Pode parecer incrível, mas eles se apoiam em muitos casos no fator sorte e ficam a espera de descuidos ou provocando-os. Estas reflexões visam a ir um pouco além da conhecida atividade incessante de hackers e intrusos de várias categorias.
    As ações no domínio da Engenharia Social enfatizam a interação humana, compreendendo habilidades de enganar pessoas para conseguir violar os procedimentos de segurança estabelecidos e obter as informações procuradas.
    Por erros nas políticas empresariais, às vezes os indivíduos não têm ciência exata do valor da informação que possuem e por esta mesma razão, não se preocupam em protegê-la.
As organizações precisam investir em educar e treinar seus colaboradores.  Nesta sociedade do conhecimento, em que um altíssimo percentual da atividade humana se reduz a processar informações e a informação eleva-se a um ativo cada vez mais valioso, vale a pena assumir esta linha de investimento.
    A própria idiossincrasia dos humanos faz com que sejamos o elo mais vulnerável dentro de um sistema de segurança. Egos, inconformidades, anseios, necessidades de expressão, de aparecer, de reconhecimento e de socialização facilitam o trabalho dos "caçadores".
Podemos concluir que as soluções técnicas, por si só, não são suficientes para garantir a segurança da informação. É frequente ouvir nas empresas usuários reclamarem de ser "constantemente" impelidos a trocar de senha. Haja tempo!, haja paciência!.
Talvez isto aconteça em razão de o departamento de TI não ter escolhido a opção mais idônea para garantir a relativa segurança. Os motivos podem ser variados, desde escassez de recursos finaceiros até problemas de gestão.
O trabalho diário e bem estruturado com o capital humano pode minimizar a vulnerabilidade de um sistema de segurança. Explorar a ingenuidade humana é um dos meios mais eficientes de quebrar a segurança das redes.

4. CONSIDERAÇÕES GERAIS

Sobriedade e discrição podem ser treinadas. Faça um pequeno teste de autoconhecimento: suponhamos uma situação em que você vai se encontrar pela primeira vez com uma pessoa e, para o encontro, você fez uma autopreparação, definindo os assuntos a tratar e, mais do que isso, quais informações pessoais passará. Finalizado o encontro, faça o seu balanço, seja bem crítico consigo mesmo. Sempre é bom saber até que ponto podemos contar conosco e o quanto sabemos de nós.
Isto não é uma arenga ao desânimo nem uma apologia a se alienar num submundo estreito e pouco rico. É simplesmente um aviso para nos tornarmos cada vez mais inteligentes e não permitirmos a entrada impiedosa de espertos de plantão.
A palavra certa está próxima de sigilo, de segredo e de discrição, sem beirarmos a desconfiança absoluta nem atolarmos na paranóia patológica de doentes mentais.
É apenas um chamado a fazermos um compêndio de todas as posições citadas na medida certa para cada caso, acharmos um equilíbrio e sabermos que existem coisas e objetivos de vida que, infelizmente, para se conseguir, têm que ficar ocultos.
O fator surpresa não é só inerente às guerras, é aplicável também às lutas que ganhamos e que às vezes também perdemos.

5. CONCLUSÃO

Muito cuidado, mas sem neuras!
Fica em aberto o impasse sobre o que é correto e o que é inadequado. Uns poderão seguir o caminho dos que não se preocuparão, até levarem um susto, já que infelizmente ninguém costuma escarmentar por cabeça alheia. Outros adotarão o tradicional provérbio de que "o seguro morreu de velho". Do contrário, nos restará simplesmente sermos coerentes com o curso dos acontecimentos.
Para finalizar, uma dica no mínimo interessante: É bom ir perdendo o costume de responder sempre à pergunta quando alguém liga para sua casa ou para o seu celular: Quem fala? A melhor resposta seria outra pergunta: Deseja falar com quem?
Zele pelo seu espaço, não deixe os invasores entrarem para, posteriormente, se lamentar: Como ele soube que eu moro aqui? Como obteve essas informações?
Estimule as pessoas a se apresentarem, elas podem até cometer erros grosseiros por não estarem preparadas para reações imprevistas, entenda-se oferecer esclarecimentos ou responder a perguntas que não foram contempladas no espectro das possibilidades do invasor.
Fique atento a cada detalhe por pequeno que ele pareça. E agora vem a pior parte, aquilo que talvez não gostaríamos de ler, nem de ouvir ao chegarmos a esta altura da leitura. Mesmo tomando todos os cuidados aqui descritos e outros que não foram abordados no corpo do artigo, não ficaremos isentos do ataque com certa eficiência por parte dos invasores.
Contando supostamente com 100% de imunidade e proteção, a preservação não está totalmente garantida. O que sim, é certo, é que não conseguirão tudo o que se propuseram e saberão que estamos atentos. Em outras palavras, dificultaremos as intenções.
    Lembre que sempre há tempo para mudanças positivas. Ser loquaz não implica ser obrigatoriamente indiscreto. Não só as palavras têm a capacidade de dizer. Será que o silêncio fala?

6. REFERÊNCIAS

[1] Wikipédia – A Enciclopédia livre.
 

Lino Garzón Sandoval é engenheiro de Automação da Schneider Electric e professor da Fundação Getúlio Vargas

( lino.garzon@br.schneider-electric.comEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo )


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Por que sobram vagas e faltam candidatos qualificados em TI?


http://imasters.uol.com.b

Não é de hoje que se fala que o mercado brasileiro de TI está carente de bons profissionais. Pessoas com formação acadêmica, contudo, não conseguem boas colocações e muitas até desistem da área. O que está errado?

Uma pesquisa de outubro deste ano, divulgada pela Você S/A e realizada pela H2R, mostra que a falta de habilidade técnica é o principal problema para que o candidato consiga um emprego, especialmente na área de TI. Segundo a pesquisa, 57% das empresas qualificam a habilidade técnica como a mais importante característica desejável do candidato. Em segundo lugar está a formação acadêmica (23%), seguida pela disputa de talentos (19%), idiomas (12%) e habilidades comportamentais (11%).

Inicialmente, temos que considerar que o mercado brasileiro de TI tem crescido nos últimos anos a taxas superiores às da economia. Como há escassez de profissionais qualificados, cada vez fica mais difícil contratar os especialistas. E as empresas vão aumentando a quantidade de vagas abertas, sem profissionais qualificados para preenchê-las.

Por qual motivo isso acontece? A carreira de TI nem sempre é a primeira escolha dos estudantes universitários. Muitos confundem o profissional de TI com os "nerds" que não possuem vida social e só pensam e vivem em função dos computadores. Isso é um grande engano. Claro que há áreas e setores em que os "nerds" são necessários, mas isso acontece muito mais no exterior do que no Brasil. Aqui as empresas precisam de profissionais que saibam analisar sistemas, programar, gerenciar redes de computadores e banco de dados. Precisam de profissionais que entendam de negócio e saibam aplicar o conhecimento técnico na solução de problemas. Poucas empresas se dedicam a "criar" novas tecnologias - ambiente natural onde o "nerd" se desenvolve.

Muitas das melhores universidades brasileiras na área de TI, porém, se dedicam a formar "nerds". E muitos dos que se aventuram na área pensam que somente estes cursos darão a formação necessária para se entrar no mercado de trabalho.

Miopia de ambos os lados. Cursos mais rápidos, mais diretos e com foco no mercado de trabalho existem. São os cursos superiores de tecnologia, que propõem formar um profissional preparado para atuar em segmentos específicos na área de TI. E, por serem especializados, terão a habilidade necessária e requisitada pelas 57% das empresas pesquisadas. A mesma reportagem da Você S/A indica a necessidade de "Engenheiros Tecnólogos", ou seja, profissionais que ponham a mão na massa. Afinal, não adianta ter muitos caciques e quase nenhum índio... Ao optar por um curso de Engenharia, o aluno faz um curso mais longo, demora para entrar no mercado de trabalho e, depois que entra (se entrar), terá que se especializar para dar resultado à empresa.

Enquanto as universidades não formarem profissionais para as vagas em aberto no Brasil, este panorama continuará igual. Enquanto as empresas, por sua vez, não perderem o preconceito de contratar tecnólogos, continuarão recebendo alunos com habilidade aquém da necessária para cumprir seus contratos e os inúmeros postos de trabalho continuarão em aberto.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Quem é mais veloz? Seven, Vista ou XP

Nas medições do INFOLAB, comparando o Windows 7 com seus antecessores XP e Vista, nota-se que algumas operações são mais rápidas com o Windows 7, mas não todas. Um exemplo em que o XP sai ganhando é o tempo de partida. Um PC AG31AP, da Positivo (Core 2 Duo E7500, de 2,4 GHz, e 3 GB de DDR2 de 1 066 MHz) demorou, no INFOLAB, 28 segundos para dar a partida com o XP, 30 segundos com o Vista e 35 com o Windows 7.

Já ao duplicar uma pasta com 171 MB de arquivos, o XP gastou 12 segundos. O Vista demorou 5 segundos, e o Windows 7, menos de 1 segundo. Este último resultado sugere que o Windows 7 criou um ponteiro para a segunda cópia e a liberou para uso, deixando para fazer a duplicação física quando isso for necessário. Esse processo, também adotado em outros sistemas operacionais, torna mais ágeis certas operações com arquivos. É um aperfeiçoamento importante no sistema de arquivos. Em operações que fazem uso intenso da CPU, a diferença não é tão nítida. Ao compactar um arquivo de 171 MB, o Windows 7 empatou com o XP. Ambos demoraram 9 segundos, contra 13 do Vista.



Cinco tendências de TI e problemas que deixam os CIOs de cabelos em pé

IT Careers - Convergência Digital
:: Da redação :: 24/11/2009

A crescente geração de dados a partir de computadores e dispositivos corporativos com acesso à internet traz consigo uma série de tendências e práticas às quais os profissionais de Tecnologia da Informação devem ficar atentos. Algumas delas já preocupam os responsáveis por TI nas empresas desde o início da era do computador. Outras, mais recentes, foram trazidas por novas e diferentes maneiras de trabalho, que por sua vez demandaram modelos até então pouco adotados de infraestrutura de TI.

Confira aqui uma lista com as tendências e problemas que têm deixado CIOs de cabelos em pé.

Gestão web
Monitorar aquilo que as pessoas fazem na internet é uma das tarefas às quais os gerentes de TI têm dedicado cada vez mais tempo. E a tarefa de gerenciar e monitorar o acesso à internet tem se tornado mais difícil à medida que cresce o interesse dos usuários por novos serviços web.

Integração de ferramentas de Web 2.0
Blogs, wikis e redes sociais são cada vez mais utilizados pelas companhias como ferramentas internas. E sua implementação pode ser um tanto quanto complicada para a equipe de TI, especialmente quando ninguém sabe exatamente como as ferramentas serao utilizadas. As ferramentas de Web 2.0 podem ser muito valiosas para as companhias, mas apenas se forem implementadas corretamente e utilizadas de forma a aprimorar as comunicações e colaboração nessas empresas.

Integração de cloud computing
Um dos maiores problemas da integração da computação em nuvem é que nem tudo vai exatamente para a nuvem. Como resultado, as companhias têm de aprender a lidar com um mix de soluções armazenadas localmente e serviços baseados na nuvem. Isso implica uma série de dores de cabeças, sendo que a integração é exatamente a primeira delas.

Funcionários remotos
Para a equipe de TI, o trabalho remoto traz consigo outros problemas. Além da dor de cabeça de deixar a rede aberta para conexões externas, também há a questão de controle de acesso e monitoramento das informações acessadas e armazenadas na rede. Algumas companhias já optam por configurar e gerenciar suas redes especificamente para os teletrabalhadores. Mas essas ainda são minoria - e nem por isso seus profissionais de TI têm menos preocupação com o problema.

Armazenamento
Este é, sem dúvida, a força motriz da sobrecarga de informações. Usuários criam mais conteúdo do que nunca, através de uma quantidade de canais nunca antes vista e com mais ferramentas do que nunca. E tudo isso precisa de um destino.

Independentemente de quantos analistas, fabricantes de hardware ou provedores de serviços com quem conversemos, o alerta é sempre o mesmo: não adianta simplesmente colocar novos hardwares na rede. Os arquivos estão tão grandes e complexos que não basta simplesmente elevar o volume de storage. De fato, com orçamentos cada vez mais enxutos, isso sequer é possível para muitas empresas.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Nas empresas, falta de backup é igual a apagão

Nas empresas, falta de backup é igual a apagão
Do site - http://webinsider.uol.com.br

13 de novembro de 2009, 10:55
Blecautes e quedas de energia apenas acentuam um problema antigo: sem cópias de segurança, falhas aparentemente simples podem apagar toda a existência de sua empresa. Pesquisas recentes no Brasil comprovam o hábito.

Por Redação Webinsider

Beth Matias/Agência Sebrae

Estudo recente organizado pela Symantec revela que 79% das micro e pequenas empresas entrevistadas na América Latina declaram “estar satisfeitas ou muito satisfeitas com seus planos de recuperação de desastre”. Além disso, 82% delas consideram-se protegidas ou muito protegidas contra ameaças virtuais.

No entanto, o mesmo estudo mostra que 25% delas não realizam backups (cópias de segurança); 49% fazem backup apenas uma vez por mês; 50% não possuem um plano formal para recuperação em caso de desastres; 63% esperam perder informações importantes caso alguma coisa aconteça.

A média de incidentes de tecnologia para o segmento das MPE na América Latina é de dois desastres por ano para cada empresa.

A divergência entre as informações prestadas na pesquisa revela claramente a falta de informação do que é um sistema de segurança da informação no mundo dos pequenos negócios. “Muitos dizem que não investem na segurança por ser um produto caro. O problema é que a pequena empresa desconhece o tamanho do risco que corre”, diz Carlos Augusto Cruz, sócio da CTech Informática, empresa do setor de segurança digital.

Segundo Cruz, às vésperas de grandes datas, como o Natal, aumenta muito o número de tentativa de violações na internet. “É uma época em que todo mundo abre os arquivos com mensagens de empresas”. Por isso, ele faz um alerta: “Normalmente um antivírus não é a solução. É preciso fazer um plano de recuperação de desastres e já colocar no orçamento de 2010″.
Risco de morte

Relatório de spam da McAfee, publicado em outubro de 2009 pelo McAfee Labs, aponta que foram geradas mais de 150 bilhões de mensagens de spam diariamente durante o mês de setembro de 2009. Isso significa que, de todos os e-mails enviados no mundo durante todo este período, 95% era de spam.

Cruz adverte que “a indústria do cybercrime está cada vez mais especializada. Já não há mais e-mails com erros de português ou endereços que não existem. Os sistemas de banco e governo são seguros, mas o cybercriminoso entra nestes sistemas pela ponta mais fraca, o cliente”.

A maior parte das empresas no Brasil utiliza o internet banking para fazer pagamentos e transferências. Muitas empresas desconhecem formas de obtenção de dados e têm seus computadores transformados em “zumbis” – passando a ser utilizado para obter dados de outros computadores.

Mas não só a internet é um problema nos sistemas de segurança. A queda de energia, muito comum na capital paulista, pode ocasionar perdas de grande volume de dados.

Cruz cita como exemplo o caso de sua própria empresa. “Chegamos numa segunda-feira para trabalhar e a Ctech não existia. Todos os dados foram apagados. Como tínhamos um plano de restauração de desastre, na própria segunda-feira à tarde tínhamos todos os dados disponíveis”, garante.

Outro exemplo é a manutenção de servidores e sobrecarga. Segundo o empresário, uma grande empresa do mercado estava com servidor carrregado e o backup inadequado. “Um belo dia o servidor não ligou mais e a empresa parou. Não havia como trabalhar. Até o momento em que conseguiram recuperar os dados”, explica.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Área de TI ganha nova certificação ITIL




IT Careers - Convergência Digital
:: Da redação     :: 30/10/2009

O APM Group (APMG), órgão oficial de homologação de ITIL, anunciou a criação de uma nova certificação complementar ITIL específica para profissionais da área de TI envolvidos com a elaboração e manutenção de melhores práticas em Catálogos de Serviços, proposta pela Pink Elephant e pela NewScale, fornecedora de soluções em software Service Catalog.

Com a nova certificação, a Pink criou o curso How To Create A Service Catalog According To ITIL Best Practices, desenvolvido para atender a necessidade de uma orientação específica sobre definição de serviços e a apresentação dos mesmos em um Catálogo de Serviços de TI.

Assim que o processo de certificação em Service Catalog for finalizado e lançado no final deste ano, as empresas autorizadas para treinamento (ATOs) poderão então desenvolver e apresentar conteúdo/materiais próprios (de treinamento) para a homologação.

Além disso, o novo curso também dará direito a créditos para 1.5 ITIL V3 e será apenas o segundo curso reconhecido em Complementary Guidance de ITIL V3, uma série de cursos sobre melhores práticas que visa complementar o conteúdo já existente de exames e certificações em ITIL V3.

Clebert Mattos, diretor da Pink Elephant do Brasil, afirma que o novo curso já está disponível para turmas em São Paulo e, em pouco tempo, ganhará abrangência nacional. "É muito importante que o APMG tenha reconhecido a necessidade de uma certificação específica para Catálogo de Serviços e certamente iremos promover essa iniciativa."