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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Virtualização no Brasil: qual o tamanho do mercado a ser explorado

15 Agosto 2011

Tendência tem maior espaço entre grandes corporações, mas é irreversível.

Não há dúvidas de que, globalmente, a tecnologia de virtualização, capaz de potencializar a capacidade de processamento dos servidores de rede, já se popularizou no ambiente corporativo, tendo ainda muito a crescer nos mais diversos perfis e tamanhos de empresas. Previsões do Gartner apontam que 55% de toda a nova carga de trabalho no mundo será feita em servidores virtuais neste ano, contra 40% em 2009. Em relação às cifras, a consultoria calcula que o mercado mundial de virtualização vai chegar a US$ 4,2 bilhões em 2013 e se, as projeções se confirmarem, a movimentação em 2010 será de US$ 2,1 bilhões.

Mas e o Brasil, como está caminhando na adoção desta tendência que, globalmente, tem se mostrado irreversível? Bem, felizmente já podemos afirmar que por aqui a virtualização está cada vez mais perdendo o status de tendência para ser vista como realidade.

Obviamente, essa movimentação tem mais força entre as grandes corporações, mas já se percebem avanços também no segmento PME. A disponibilidade de produtos gratuitos, como o VMware Server e XEN (open source), entre outros, mesmo que com funcionalidades limitadas em comparação às versões pagas, facilitam a experimentação da tecnologia e ajudam a quebrar as resistências.

Promover o conhecimento sobre a virtualização e seus benefícios talvez seja o maior desafio a ser superado no mercado nacional. O suporte de mais de 90% de servidores em uma solução virtualizada é outro fato que tem contribuído significativamente para alavancar a tecnologia.

Para se ter uma ideia, o Brasil já representa atualmente aproximadamente 55% do volume de vendas da VMWare na América Latina. Empresas dos segmentos de Finanças, Governo, Telecomunicações e Data Centers são as que mais têm puxado esse movimento, mas, conforme dito anteriormente, a adoção vem gradativamente se espalhando para outras indústrias, inclusive entre as PMEs. Dados de mercado indicam que o volume de vendas da VMWare na América Latina corresponde a cerca de 5% do montante mundial, revelando o quanto ainda há de espaço para crescimento da tecnologia entre as empresas brasileiras.

Ou seja, a virtualização ficará com uma boa fatia dos investimentos em TI para 2011, à medida que forem crescendo o amadurecimento e a confiança quanto à instalação da tecnologia. Hoje já se nota no mercado que a aceitação aos servidores virtualizados vem crescendo inclusive para aplicações críticas, como as de ERP. O amadurecimento da tecnologia de virtualização dá garantia às empresas de que o nível de proteção é alto.

E por que, afinal, a virtualização é tão atrativa assim? Quais os benefícios concretos? Economia de recursos é, possivelmente, a resposta mais completa para a questão. Não podemos nos esquecer de que cada servidor possui sua fonte de alimentação própria. Num ambiente de virtualização, o número de servidores de uma companhia cai incrivelmente, uma vez que a tecnologia consolida e centraliza aplicações, tirando o máximo de aproveitamento dos recursos existentes.

Assim, economiza-se com aquisições futuras de hardware, refrigeração e energia elétrica. A forma de se fazer back up, algo sempre preocupante e custoso para a área de TI, também é otimizada em um ambiente virtualizado.

E então, é ou não um bom negócio apostar na tecnologia de virtualização? As empresas que optaram por essa iniciativa não se arrependem...

 

domingo, 31 de julho de 2011

zenildosilva.publique@blogger.com has shared: Antivírus em servidores Linux??

Antivírus em servidores Linux??
Source: blog.alexos.com.br

Posted by alexos on 30 July 2011 Engraçado como alguns conceitos mudam totalmente ao passar do tempo, principalmente quando alguns incidentes são os causadores destas mudanças. Há algum tempo atrás e digo que isso não faz muito tempo, quando o assunto era instalar antivírus no Linux uma névoa negra encobria minha mente e o orgulho ou seria melhor dizer a ignorância incitava-me a questionar “POR QUE?” já que o Linux é totalmente imbatível. Isso mudou após alguns eventos que acabaram mostrando a i...
 
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terça-feira, 5 de julho de 2011

Vsftpd Comprometido por Backdoor no Código-Fonte

Chris Evans, conhecido como Scary Beasts, confirmou que a versão 2.3.4 do código-fonte para download do vsftpd foi comprometida e um backdoor adicionado ao código. Evans, responsável pelo vsftpd - o que é descrito em seu site como "provavelmente o servidor FTP mais seguro e mais rápido para sistemas Unix-like", foi alertado no domingo para o fato de que um tarball nefasto tinha sido baixado do site mestre do vsftpd com uma assinatura GPG inválida. Não se sabe quanto tempo o código malicioso estaria online.

O referido tarball incluiu uma backdoor no código que iria responder a um usuário o login com um nome de usuário "", através da porta 6200 para uma conexão e lançamento de um shell quando alguém se conecta.

Evans agora mudou o código fonte e site para https://security.appspot.com/vsftpd.html. O código-fonte licenciado sob GPL, pode ser baixado ( download direto ) a partir do mesmo local, juntamente com a assinatura GPG para validar o download, um passo importante que o próprio Evans recomenda.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Auditoria de Redes e Pentest com Dsniff

Dsniff  é uma poderosíssima coleção de ferramentas para realizar auditoria de redes e testes de penetração. Juntamente com os utilitários filesnarf, mailsnarf, msgsnarf, urlsnarf e webspy, ele pode monitorar passivamente uma rede com foco em dados interessantes (senhas, e-mail, arquivos, etc.) enquanto arpspoof, dnsspoof e macof  facilitam a intercepção de tráfego de rede, normalmente indisponível para um atacante.

As ferramentas sshmitm e webmitm implementam a ativação contra ataques monkey-in-the-middle, que são redirecionados à sessões SSH e HTTPS, explorando ligações fracas em ad-hoc PKI. É muito importante ressaltar que as funcionalidades descritas sobre essa ferramenta foram feitas com a melhor das intenções, intuindo o trabalho de auditoria em uma rede, e para demonstrar o quão inseguros são os protocolos aplicados na tentativa de "proteger" essas redes. A versão mais recente é a 2.3, podendo ser baixada pelo próprio site.


Saiba Mais:

[1] Dsniff: http://www.monkey.org/~dugsong/dsniff/

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Drive Dumper: Cópias Precisas para HD e Drives para Fins de Análise Forense

Drive Dumper é um software  destinado a fazer cópias precisas do seu HD. Dessa forma, você pode copiar todas as informações de um drive para outro ou de uma partição para outra, sem perder nem um bit de informação. Depois que houver sido feita a cópia dos dados, ela se comportará exatamente como o original. Resumindo, o usuário conseguiu "clonar" o HD.

Através da grandes utilidades do Drive Dumper, é possível salvar informações de um drive antigo ou danificado para um drive novo e que não apresente problemas. Há ainda a possibilidade de copiar exatamente drives para fins de análise forense.


Processo de Recuperação de Informações Danificadas


Drive Dumper tem a funcionalidade de recuperar informações danificadas que ainda estiverem no HD. No ato da cópia de um disco para outro, ele checa de maneira abrangente, a integridade das informações e tenta restaurar tais informações de modo automático. Assim, com a finalidade de restauração, o usuário fica isento de aprovar ou saber de todos os dados danificados antes de aplicar as devidas correções.

As funcionalidades do Drive Dumper são únicas e muito interessantes. Devido a sua grande utilidade em fazer cópias precisas de HD possa parecer difícil na hora de realizar cópias de segurança de arquivos com especificidade. Além disso, o software tem a capacidade de copiar informações, embora elas estejam criptogradafas. Para posteriormente acessar esses dados, é essencial possuir a senha. Entretanto, a cópia fiel do drive pode ser realizada.

As maiores vantatgens do Drive Dumper é que ele faz cópias idênticas de discos ou partições inteiros e corrige possíveis danos automaticamente ao copiar os dados. Mas lembre-se: Não faz cópia de segurança de partes de disco ou arquivos de maneira individual.